
Encontro
Encontro-Te todo dia aqui
Solitário e escuro
Com teus olhos tortos
Teu rosto de monstro
O violão falando por ti
A tristeza dedilhando cordas
Invisível aos olhos dos outros
Sendo que teu rosto roto
Sobressai qualquer melodia
Janela aberta para solidão
Se soubessem o que passa no teu coração
Talvez tivessem pena de ti os mais sensíveis
Corcunda
Mãos e violão
E por dentro um coração
Que já cansado de emoção
Só possui o vazio musical
De partituras cravadas
15 comentários:
Narinha bonita, vc escreve bem demais!
E esse é aquele poema q vc fez vendo tv!!!!
Beijoooo.
Adorei tudo aqui.
:)
Putz...
Adorei tudo aqui (2).
Muito bom o seu blog!
Mais uma qualidade desta minha sábia amiga, quanto mais eu conheço essa adorável menina, garota, mulher, me surpreendo com tamanha espiritualidade, te adoro NARA, texto belíssimo!
Linda...
Teu poema é lindo, na...
Meus parabéns! ;)
Te amo!
Surpresa! öi eu aqui!
Já disse que adoro esse poema??? :D
Eya, narinha! :)
QUERO MAIS POEMAS AQUI!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
É muito bonito mesmo. Não aparenta um poema, talvez um conto, mas o sentido não deixa de ser - e é muito mesmo, belo - poético.
Muito lindo.
Tudo bem, Brigado pelo elogio e pela visita principalmente. Não sei se tinha visto, mas tem um conto novo lá, publicado há pouco, logo a cima do qual você comentou.
Abraço.
Minha doce Narita, Nobre Pensadora!
Um grande prazer, tê-la em meu caminho.
Estou aqui, sempre, pra você!
tem postagem nova, hshs.
abraço.
a imagem e a palavra casaram-se bem aqui. assim:
palavrimaginada!
Maravilhoso!!!
Postar um comentário