sexta-feira, 4 de maio de 2007

Encontro



Encontro

Encontro-Te todo dia aqui
Solitário e escuro
Com teus olhos tortos
Teu rosto de monstro
O violão falando por ti

A tristeza dedilhando cordas
Invisível aos olhos dos outros
Sendo que teu rosto roto
Sobressai qualquer melodia

Janela aberta para solidão
Se soubessem o que passa no teu coração
Talvez tivessem pena de ti os mais sensíveis

Corcunda
Mãos e violão
E por dentro um coração
Que já cansado de emoção
Só possui o vazio musical
De partituras cravadas

15 comentários:

Isa Mozzer disse...

Narinha bonita, vc escreve bem demais!
E esse é aquele poema q vc fez vendo tv!!!!

Beijoooo.

Isa Mozzer disse...

Adorei tudo aqui.

:)

Éverton Vidal disse...

Putz...

Adorei tudo aqui (2).

Muito bom o seu blog!

guioday_jp disse...

Mais uma qualidade desta minha sábia amiga, quanto mais eu conheço essa adorável menina, garota, mulher, me surpreendo com tamanha espiritualidade, te adoro NARA, texto belíssimo!

Felipe Forain disse...

Linda...

Teu poema é lindo, na...

Meus parabéns! ;)

Te amo!

Felipe Forain disse...

Surpresa! öi eu aqui!

Felipe Forain disse...

Já disse que adoro esse poema??? :D

Felipe Forain disse...

Eya, narinha! :)

Felipe Forain disse...

QUERO MAIS POEMAS AQUI!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Guilherme disse...

É muito bonito mesmo. Não aparenta um poema, talvez um conto, mas o sentido não deixa de ser - e é muito mesmo, belo - poético.

Muito lindo.

Guilherme disse...

Tudo bem, Brigado pelo elogio e pela visita principalmente. Não sei se tinha visto, mas tem um conto novo lá, publicado há pouco, logo a cima do qual você comentou.

Abraço.

Domitila Radharane disse...

Minha doce Narita, Nobre Pensadora!
Um grande prazer, tê-la em meu caminho.
Estou aqui, sempre, pra você!

Guilherme disse...

tem postagem nova, hshs.

abraço.

deivid junio disse...

a imagem e a palavra casaram-se bem aqui. assim:

palavrimaginada!

Daniel disse...

Maravilhoso!!!